Case TIVIT – Estudo de Personas para a Educação Corporativa

Presente no mercado há mais de 20 anos, a TIVIT é uma empresa multinacional de soluções digitais com operações em 10 países da América Latina. Apoia os seus clientes na evolução dos seus negócios através de soluções digitais divididas em 3 linhas de negócios: Digital Business, Cloud Solutions e Tech Platforms (Digital Payments). A TIVIT é a oitava entre as dez maiores empresas da América Latina. Além disso, cem das quinhentas maiores empresas do Brasil contam com a TIVIT como parceira tecnológica para trazer eficiência e inovação aos seus negócios.

DESAFIO

Analisar os comportamentos e identificar os perfis dos colaboradores das 10 Academys da TIVIT com o objetivo de melhorar a comunicação e a adesão à Educação Corporativa.

SOLUÇÃO

A TIVIT contou com o MarTech do DOT para a realização de um Estudo de Personas.

A metodologia contou com Ciência de Dados, pesquisa qualitativa para recolher informações comportamentais e a análise especializada dos estrategistas do DOT.

Além de definir as Personas, o estudo também apontou insights para a Educação Corporativa da TIVIT.

RESULTADO

O estudo realizado trouxe dados concretos e alinhados com a jornada de aprendizagem de cada colaborador, resultando na criação de 16 personas. Com isto, surgiram várias oportunidades, como:

 

  •  Conhecer o perfil de cada grupo de colaboradores da TIVIT Brasil e TIVIT Latam;
  •  Ajustar conteúdos dos cursos aplicados nas Academys;
  •  Aplicar diferentes estratégias de formação, de acordo com o perfil de cada persona;
  •  Analisar oportunidades de ampliação e inovação dos canais de comunicação internos;
  •  Analisar questões motivacionais que contribuem no momento de decisão de matrícula e conclusão dos cursos oferecidos;
  •  Compreender o comportamento de consumo dos cursos, como: os melhores horários para estudo, o tempo dedicado por dia, quais os dispositivos mais utilizados, etc.

Depoimento

Veja no vídeo abaixo o depoimento de Kelly Rickes, General Manager of Design and Culture for Latam da TIVIT, em que nos conta como foi a experiência de realizar um Estudo de Personas com os colaboradores e os resultados que essa acção trouxe para a empresa.  Aproveita e veja a entrevista completa sobre Employee Experience: o novo RH como designer de experiências 

 

 

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[Case SENAR] Realidade virtual na educação: um mundo de possibilidades sem sair da sala de aula

Muito comum em videojogos, a realidade virtual tem vindo a ganhar espaço nas plataformas de tecnologias educacionais, tanto ao nível do ensino formal como da formação profissional.

Aprendemos melhor quando vivenciamos experiências. Por isso, os simuladores são uma grande tendência no mercado de tecnologias para a educação. De acordo com a International Data Corporation (IDC), a expectativa é de que US$ 22,5 bilhões serão investidos em 2025 na realidade virtual voltada para a educação. “A imersão proporcionada pelas plataformas de realidade virtual abre um mundo de possibilidades sem necessidade de sair da sala de aula, seja na escola ou no trabalho”, destaca Luiz Alberto Ferla, CEO e fundador do DOT digital group. 

O SENAR de Goiás começou a usar um simulador na disciplina de Mecanização Agrícola. A solução, desenvolvida pelo DOT, funciona com um computador e uns óculos de realidade virtual que simula uma oficina mecânica para tratores agrícolas. No ambiente virtual, serão feitos exercícios de manutenção dos sistemas de lubrificação, arrefecimento e filtro de combustível. De acordo com a Samantha Leandro de Sousa Andrade, responsável pelo projeto no SENAR, a ferramenta gerou uma redução de custos significativa ao nível de consumíveis como óleos, filtros e peças em geral. 

A redução de custos é só um dos benefícios da aplicação de realidade virtual em plataformas de educação. Do ponto de vista educacional, os simuladores de ambientes e atividades do mundo real também proporcionam uma maior segurança aos alunos ao eliminar riscos de operação. “A realidade virtual evita riscos, além de promover a execução prática por todos os alunos de forma rápida e muito didática”, destaca a Samantha. Foi apresentado um projecto piloto da solução no lançamento da DOT|Vantagem+ e demos a oportunidade a todos os que passaram no nosso stand na passada edição da Expo RH em Lisboa de experiênciar esta solução em primeira mão, o resultado: poucos foram os que conseguiram ficar indiferentes o que comprova o alto índice de engagement da realidade virtual. 

A EdTech Sponge UK comparou três formatos de conteúdo: PDF, jogos e realidade aumentada. O resultado mostrou que a capacidade de absorção do conteúdo é maior com a realidade aumentada. Os alunos também elegeram a RV como a mais divertida, satisfatória e com maior poder de concentração. “As novas gerações procuram métodos de educação que favoreçam os sentidos de audição, tato e visão ao mesmo tempo. Estratégias de realidade virtual servem que nem uma luvaa este público, que exige cada vez mais motivação para se envolver no processo de aprendizagem”, observa Ferla. 

No DOT, tecnologias de immersive learning (aprendizagem de imersão) tem vindo a ser cada vez mais aplicadas nas soluções contratadas por clientes. São duas as razões principais, segundo Ferla, e ambas estão interligadas. A primeira é criar uma “sala de aula” que, ao mesmo tempo, transforma e une a realidade (RA) ao  mundo virtual (RV), num ambiente capaz de tornar a experiência de aprendizagem mais envolvente. A outra razão é fazer com que o conteúdo transmitido seja retido por mais tempo, tornando a formação mais dinâmica e eficaz. “Todos os caminhos apontam o immersive learning como a educação do futuro”, afirma o empresário.

Este artigo foi publicado também no portal Infor Channel.

 

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Por que é preciso fazer um diagnóstico antes de comprar soluções de educação corporativa?

Especialista explica em webinar  que a escolha da estratégia mais adequada para engajar colaboradores em treinamentos requer conhecimento do público.

“A adesão é baixa, muitos colaboradores nem iniciam o curso, outros começam e abandonam. No fim, se gasta duas vezes, primeiro pela ferramenta e depois pelo tempo que o colaborador perdeu de trabalho fazendo um treinamento sem conclusão.” Se você se identificou com essa reclamação, saiba que não está sozinho. Ela já foi ouvida muitas vezes por Simone Carminatti, consultora educacional do DOT digital group, referência em EdTech. Para a especialista, a ineficiência de projetos de educação corporativa é resultado de falta de planejamento e, principalmente, da aplicação de um diagnóstico educacional.

“Diagnosticar é conhecer o cenário da empresa em profundidade a partir de pesquisas com o público-alvo, que podem ser enriquecidas com a análise de documentos já existentes e com o entendimento das percepções de gestores, influenciadores e outras pessoas que não o público-alvo”, afirma Simone. No próximo dia 5, às 11 horas, ela vai explicar em um webinar na página do DOT no Youtube como o Diagnóstico Educacional e o Estudo de Personas podem contribuir com o sucesso da estratégia educacional das empresas.

Segundo Simone, ambas entregam inteligência de dados para a empresa, resultando em investimentos mais eficientes. “Tanto o Diagnóstico Educacional quanto o Estudo de Personas empoderam a empresa ao dar subsídios para que ela tome decisões assertivas, vendo claramente em que e por que investir”, avalia a especialista. “Mas o maior mérito é fazer com que a empresa não perca tempo e dinheiro investindo em estratégias de capacitação ineficientes”, acrescenta.

Reviralvolta  – Simone conta o caso de um cliente que procurou o DOT decidido a comprar uma determinada solução de educação à distância. Após  a aplicação do Diagnóstico Educacional, se concluiu que o mais adequado era a empresa contratar outra solução que, inclusive, era consideravelmente mais barata do que a empresa estava determinada a desenvolver quando chegou. “Quando o cliente começa pelo diagnóstico, nós dizemos que está no ‘caminho feliz’. Esse cliente que veio decidido a comprar uma solução baseado apenas em percepções superficiais poderia ter feito uma contratação ineficiente para a sua real necessidade. E isso é muito comum, porque dificilmente uma empresa chega nos pedindo um diagnóstico. Nesse caso, nós conseguimos acertar o rumo”, afirma Simone.Um Diagnóstico Educacional precisa responder a uma série de perguntas que precisam ser feitas sobre o público-alvo: qual é a sua forma de aprender, quais são suas preferências por formatos (vídeo, livros, jogos), qual o tempo que você tem disponível para aprender? Essas são apenas algumas questões que estão na pauta de um diagnóstico. As pesquisas vão mostrar muitas vezes que é preciso contratar diferentes soluções de acordo com o público para o qual elas se destinam. O diagnóstico também pode ser complementado com um estudo mais aprofundado de personas, utilizando, inclusive, Data Science.  “Diagnóstico Educacional é investimento: a empresa ganha uma fotografia em tempo real para fazer seu projeto de educação corporativa entregar os melhores resultados possíveis”.

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As 8 estratégias mais utilizadas na formação corporativa

Os impactos da transformação digital nas empresas mudaram a forma de ensinar e aprender. Neste cenário, empresas de todos os sectores têm procurado novas estratégias para formar os seus colaboradores.

Veja as 8 estratégias mais usadas na educação corporativa.

1. GAME THINKING

Sabia que 84% dos colaboradores sentem-se mais envolvidos com estratégias de gamification?

Com os Millennials a tomar conta do mercado de trabalho e a geração Z a começar a conquistar o seu espaço, as empresas passam a ter cada vez mais profissionais jovens, muito ativos e criativos que se sentem desmotivados com as modalidades tradicionais de formação.

O Game Thinking abarca um vasto repertório de métodos que possuem o poderoso apelo do lúdico: serious games, gamification, simuladores, playful redesign de sistemas, recursos de visualização em realidade virtual e realidade aumentada, entre outros.

Utilizar uma estratégia de Game Thinking para capacitar colaboradores é garantir uma aprendizagem com mais produtividade.

2. REALIDADE VIRTUAL E REALIDADE AUMENTADA

Uma das grandes dificuldades das empresas é ter toda a infraestrutura segura e necessária para a formação. Além de dispendiosos, muitos materiais são difíceis de transportar, impossibilitando que o mesmo conteúdo ganhe escala territorial. Alguns temas exigem ainda materiais específicos e de difícil acesso, mas a tecnologia está aí para ajudar!

A realidade virtual possibilita ao participante vivenciar as situações estipuladas na formação e experimentar o conteúdo técnico com maior detalhe do que através do modo expositivo.

A realidade aumentada mistura o mundo real com o digital, possibilitando que elementos digitais sejam vistos sobre um ambiente real através da utilização de dispositivos – como a câmara do telemóvel, por exemplo.

Foco na execução de tarefas e tomadas de decisões; Observação detalhada de elementos projetados digitalmente; Educação com baixo custo de execução e aplicabilidade em diferentes lugares, são algumas das vantagens que fazem da RV e RA uma grande oportunidade de aprendizagem.

3. MICROLEARNING

Atualmente, o tempo é um dos recursos mais preciosos dos profissionais, e é necessário saber aproveitá-lo de modo planeado.

Por isso, o Microlearning tem sido um sucesso na educação corporativa. Este procura transmitir conteúdos num curto período de tempo, através de shots de aprendizagem.

Assim, a absorção do conhecimento torna-se mais efetiva e flexível, possibilitando que a formação decorra no dia-a-dia de trabalho.

4. MOBILE LEARNING

Sabia que os smartphones já são considerados poderosas ferramentas de formação?

Ideal para cursos à distância, o mobile learning permite que o profissional estude quando e onde quiser, carregando consigo toda a estrutura de que precisa na palma da mão ou até mesmo no bolso!

Além disso, a estratégia oferece uma maior flexibilidade na aprendizagem, mais engagement profissional e menos custos para a empresa na formação dos colaboradores.

5. VÍDEO LEARNING E SOCIAL LEARNING

Compartilhar é a nova ordem na internet e essa vontade de partilhar informações pode impactar também a educação corporativa!

O social learning é uma forma de aprendizagem informal que acontece a partir do relacionamento e da troca de ideias entre os colaboradores da empresa. Através da interação no ambiente de trabalho, é possível formalizar o conhecimento informal que circula entre os funcionários, tornando a aprendizagem mais natural e favorecendo a retenção de conhecimento.

O vídeo learning possibilita que os colaboradores tenham acesso aos especialistas com os quais normalmente não teriam contato. Além disso, formações em vídeo oferecem um maior engagement, visto que, ao assistir, o colaborador retém 95% da mensagem, contra 10% ao ler a mesma mensagem, e 72% das pessoas preferem vídeo a texto, quando ambos estão disponíveis na mesma página.

6. BIG DATA E APRENDIZAGEM DE ENSINO MODULAR

O big data é uma tecnologia que possibilita ao gestor de recursos humanos conhecer o comportamento do colaborador em relação à formação, identificar os seus pontos de dificuldade e personalizar as ofertas.

Tudo isso é possível através da utilização de plataformas de estudos online, que recolhem informações pertinentes sobre o modo de aprender do utilizador para as estratégias de formação.

Não é apenas de agora que o LMS, plataforma online para educação, tem auxiliado as organizações no desenvolvimento de cursos. As plataformas modulares possibilitam à empresa utilizar o software de acordo com as suas necessidades.

7. INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL

O uso de inteligência artificial (IA) está a mudar a forma de ensinar e aprender. Ter uma tecnologia que contribua para o esclarecimento de dúvidas pontuais, de forma ágil e com feedback imediato contribui com uma aprendizagem rápida e de forma dinâmica.

Além disso, a ferramenta possibilita personalizar os conteúdos de forma direcionada e acompanhar em tempo real a evolução e desempenho dos alunos.

Conseguiu identificar qual das tendências melhor se encaixa com os seus objetivos educacionais? Se ainda não, pode aceder ao nosso Autodiagnóstico em Educação Corporativa clicando aqui. Este vai direcioná-lo e à sua empresa para o modelo ideal para dar formação aos os seus colaboradores!

8. BLENDED LEARNING

Mais do que uma tendência, o b-learning já se consolidou como estratégia educacional essencial para as organizações. Também conhecido como blended learning, este mix de digital e presencial é uma estratégia que se mostra flexível e eficiente na formação corporativa, permitindo acompanhar a dinâmica de um mundo cada vez mais competitivo, em que ter a possibilidade de aprender em qualquer momento e em qualquer lugar vale muito.

A visão já não é oferecer um programa de educação com as duas abordagens (on e offline), mas sim uma solução educacional que se adapte à rotina do aluno/formando. Neste projeto as interações educacionais presenciais e digitais promovem uma formação dinâmica e assertiva.

Além de eficaz, o b-learning ensina a:

  • Valorizar o que digital e presencial têm de melhor, sem diminuir a importância de nenhum deles.
  • Combinar características da “vida real”, onde o digital e o presencial já se fundiram, para soluções educacionais.
  • Alinhar objetivos de negócio com oportunidades de aprender online e offline.
  • Personalizar conteúdos, lembrando que um mesmo formato não serve para tudo nem para todos.

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A aplicação de Inteligência Artificial nas empresas

Vivemos na era da revolução digital, onde todos os dias surgem novos conceitos e tecnologias para movimentar pessoas e negócios. A Inteligência Artificial é uma delas e está a ser aplicada com frequência! 

Entende-se como Inteligência Artificial o facto de as máquinas conseguirem pensar como seres humanos, aprendendo a raciocinar, analisar e tomar decisões. Esta situação ainda preocupa muita gente, por imaginarem que os robôs substituirão as pessoas, no entanto o cenário não é bem esse. 

Uma pesquisa realizada pela Gartner prevê a criação de empregos relacionados à Inteligência Artificial (AI), chegando a 2 milhões de novos postos de trabalho em 2025.

Svetlana Sicular, Vice-Presidente de Pesquisas do Gartner, afirma que a Inteligência Artificial vai melhorar a produtividade de muitos empregos, eliminando milhões de posições de nível médio e baixo, mas ao mesmo tempo criará milhões de novas posições altamente qualificadas, de gestão e até mesmo ao nível de entrada e de baixa qualificação.

Embora o mercado da inteligência artificial seja dominado por grandes empresas, os pequenos negócios também podem encontrar oportunidades na criação de novas soluções com a tecnologia, principalmente através de startups.

 

Aplicações de Inteligência Artificial 

  • Recomendação de produtos

Sistemas que identificam o perfil do consumidor e indicam produtos que o cliente quer

comprar, mesmo que ele ainda não os tenha procurado. Numa loja de roupa, por

exemplo, a solução pode passar por scanear o corpo do comprador e analisar as melhores opções de roupas para o mesmo.

  • Divulgação de produtos

Solução que identifica o interesse do consumidor num determinado produto e gera ações

de marketing que fazem com que o produto pesquisado continue a aparecer noutros

sites em que esse consumidor navega.

  • Bots que atuam como secretárias

O bot pode agendar reuniões identificando as pessoas envolvidas e os horários disponíveis

na agenda de cada um deles. Este é um exemplo real da Amy Ingram, o bot da empresa

x.ai.

  • Recrutamento e seleção

A inteligência artificial permite que seja feita uma análise aprofundada dos candidatos a

determinada vaga, a fim de identificar aquele que é o mais adequado.

  • Bots para atendimento ao cliente

Softwares automatizados que conseguem comunicar com o cliente, via texto ou

telefone. A sua capacidade de aprendizagem permite que estes compreendam o contacto, interpretem a melhor forma de conversar com o mesmo e adaptem a comunicação, por exemplo.

Veja algumas vantagens da utilização de IA nas organizações:

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[Insights DOT Vantagem] Eficácia da Gamification

Gamification funciona mesmo?

Após diversas reflexões, chegámos à seguinte conclusão: funciona sim, mas apenas sob determinadas circunstâncias. A gamification tem efeitos positivos, no entanto, os seus efeitos estão muito dependentes do contexto em que está a ser implementada e dos seus utilizadores.

Por outras palavras, para que uma estratégia de gamification funcione é preciso muito mais do que boas táticas de incentivo, esta tem de ser bem pensada em termos de qual o ambiente em que será aplicada e adaptada tanto ao contexto como às peculiaridades do público-alvo.

Quer saber mais? Clique aqui e veja mais um Insights DOT!

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[Webinar] Gamification na Educação Corporativa

Nosso especialista em Gamification, Alessandro Vieira dos Reis, respondeu as dúvidas mais frequentes sobre Gamification na Educação Corporativa.

Se você não conseguiu acompanhar ao vivo, basta clicar e dar o play.

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[Na Mídia] Realidade Virtual DOT é destaque em feira de tecnologia Agro

Realidade Virtual é utilizada na capacitação do setor agro

Pensando na formação dos profissionais da área do Agronegócio, o Senar Goiás desenvolveu um curso de manutenção de tratores para as pessoas que residem no estado de Goiás. Com o intuito de levar conhecimento a quem não possuía acesso as aulas práticas, presencialmente, a instituição apostou em realidade virtual para contribuir com o aprendizado dos alunos.

Leonardo Cruvinel, gerente do Senar, afirma que mais de 1200 pessoas já foram capacitadas com o auxílio da tecnologia. “Os participantes conseguem fazer todas as manutenções da máquina: troca de fio, manutenção do sistema de arrefecimento sem precisar estar no sol, na chuva, ou sujar. Ele fica aqui, manuseando isso, assistindo o que está fazendo e sendo avaliado. É o Senar Goiás levando capacitação para produtor e trabalhador rural.”

Confira matéria completa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: G1

Saiba mais sobre Realidade Aumentada no nosso ebook “As 7 megatendências em educação corporativa para 2019“.

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[Na Mídia] Realidade Virtual DOT é destaque em feira de tecnologia Agro

Realidade Virtual é utilizada na capacitação do setor agro

Pensando na formação dos profissionais da área do Agronegócio, o Senar Goiás desenvolveu um curso de manutenção de tratores para as pessoas que residem no estado de Goiás. Com o intuito de levar conhecimento a quem não possuía acesso as aulas práticas, presencialmente, a instituição apostou em realidade virtual para contribuir com o aprendizado dos alunos.

Leonardo Cruvinel, gerente do Senar, afirma que mais de 1200 pessoas já foram capacitadas com o auxílio da tecnologia. “Os participantes conseguem fazer todas as manutenções da máquina: troca de fio, manutenção do sistema de arrefecimento sem precisar estar no sol, na chuva, ou sujar. Ele fica aqui, manuseando isso, assistindo o que está fazendo e sendo avaliado. É o Senar Goiás levando capacitação para produtor e trabalhador rural.”

Confira matéria completa:

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: G1

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