Tecnologias que apoiam o Onboarding

Com a estratégia definida, o próximo passo é escolher qual a tecnologia que se encaixa melhor com a experiência desejada. Para isso, é preciso considerar o tempo disponibilizado para a ação, quantidade de conteúdo que deverá ser passado e qual o impacto que se planeia alcançar. Vejamos algumas possibilidades:    

Microlearning e mobile first

Ter acesso ao onboarding no próprio smartphone facilita o processo de aprendizagem. Mas antes de aderir é preciso questionar-se sobre o público-alvo: usam o smartphone como o principal meio de acesso a informações? Esta tecnologia permite-nos ter o curso acessível na nossa mão em qualquer tempo e lugar – desde o acordar, à hora de almoço e até à noite quando chegamos ao sofá!

Usar uma aplicação para Microlearning pode dar ao cliente a liberdade de disponibilizar o curso ao novo colaborador antes do primeiro dia de trabalho, aproveitando desta forma o momento psicológico de empolgação e ansiedade após a notícia sobre a contratação e promovendo assim uma experiência com a empresa mesmo antes de o novo colaborador iniciar as suas atividades.

E-learning customizado

É possível estruturar um onboarding que dure mais tempo para que o colaborador possa aos poucos se ligar com a empresa. Para isso, pode ser disponibilizado um e-learning com etapas definidas, permitindo que este receba as informações aos poucos e possa assimilar com mais facilidade.

Neste caso, é definido o tempo que a empresa deseja destinar para esta ação e quais as soluções que se encaixam melhor naquele público (vídeo, e-book, podcast).     

Realidade Virtual

Utilizar a Realidade Virtual (RV) para criar uma experiência de integração mais real e prática não é coisa do futuro. Sem complicações, o novo colaborador consegue fazer um tour pela empresa virtualmente – incluindo sedes noutras cidades.

Conhecer processos, práticas, visualizar um procedimento, aprender “como se faz”! A RV aproxima com as particularidades da organização e projeta cenários que são importantes de serem vivenciados.

Simulando situações da rotina de trabalho, a RV auxilia a identificar pontos fortes e pontos fracos dos colaboradores, funcionando como uma forma de levantamento de necessidades de formação. Além disso, tudo é feito num ambiente seguro e que permite errar e aprender!

Cabe lembrar que estas são apenas algumas possibilidades. Para definir a melhor opção é preciso considerar a realidade da empresa e o seu objetivo. Assim, é possível construir uma solução que faça sentido para o colaborador e para organização.  Com a estratégia certa e a tecnologia adequada a experiência de embarque pode durar a viagem profissional inteira.

Leia também: Case Onboarding TIVIT

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